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Comunicado sobre o arraiá do IECE 2018

Data: 18 de junho de 2018

Além das brincadeiras e comidas típicas, no mês de junho é a cultura nordestina como um todo que ganha destaque. Na Casa Escola, o período é celebrado com muita empolgação! Em 2018, o mote do nosso arraiá é “O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão”, em consonância com o tema anual da escola. A festa acontece neste sábado, 23/06 (véspera de São João), no Clube da Caixa, em dois horários: das 16h30 às 18h45 para a Educação Infantil (Grupo Inicial ao 1º ano) e das 19h15 às 21h30 para o Ensino Fundamental (2º ao 9º ano).

As senhas começam a ser vendidas na secretaria da escola a partir do dia 19/06 (terça-feira) e custam R$ 45,00 para cada aluno. Elas são válidas para a criança e mais dois acompanhantes. A senha garante também a ficha para participar do bingo e permite que a criança possa participar em seis brincadeiras. Haverá, ainda, senhas avulsas no valor de R$ 15,00 por pessoa, para toda a família e amigos comparecerem à festa! De forma a evitar filas durante o evento, no mesmo dia (19/06) serão iniciadas, de forma antecipada, as vendas das fichas de comidas, bebidas e brincadeiras.


dscn3614-300x190 Comunicado sobre o arraiá do IECE 2018

Em 2018, o tema do Arraiá do IECE será “O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão”.

Assim como nos anos anteriores, não serão permitidos fogos e nem fumacê. O chumbinho, este sim, está permitido, inclusive será vendido durante a festa para quem quiser. Já para participar do sorteio dos balaios, cada aluno tem que trazer um ingrediente junino até o dia 21/06 (quinta-feira).

Para mais informações sobre o evento, consulte o bilhete aqui.


Sobre o tema do evento

A profecia “O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão” é atribuída a uma das figuras mais controversas da cultura nordestina: o líder religioso Antônio Conselheiro, que comandou o arraial de Canudos, no Sertão da Bahia, destruído pelo Exército na Guerra de Canudos. Para alguns estudiosos, a intenção de Conselheiro com a profecia era demonstrar que, embora o povoado se localizasse no interior (“sertão”), seu grau de prosperidade era similar ao das cidades localizadas no litoral (“mar”).

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