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Arraiá da Casa Escola ganha destaque na imprensa local

Data: 29 de junho de 2018

O sertão vai virar mar

Os alunos e equipe pedagógica do Instituto Educacional Casa Escola prepararam uma festa temática inspirada na obra “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, que acontecerá neste sábado (23), no Clube da Caixa, em Pium.

Fonte: Tribuna do Norte  


“O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão” é tema de arraiá

Alunos da Casa Escola comemoram o São João homenageando “Os Sertões”, de Euclides da Cunha

Época de São João tem tudo a ver com quadrilha, comidas típicas, bandeirinhas e toda a diversidade de cores e elementos festivos que envolvem a data. Além disso, principalmente no contexto estudantil, é importante retomar episódios históricos e elementos socioculturais que ajudam a compor o imaginário da festa sertaneja mais animada do ano.

A partir desta filosofia, os alunos e equipe pedagógica do Instituto Educacional Casa Escola prepararam uma festa temática inspirada na obra “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, que acontecerá neste sábado, 23, véspera de São João, a partir das 16h30, no Clube da Caixa, em Pium. O tema será “O Sertão Vai Virar Mar, o Mar Vai Virar Sertão”, clássica frase atribuída a Antônio Conselheiro, líder da Guerra de Canudos.

Para a diretora Priscila Griner, o enfoque escolhido tanto é coerente com o tema anual, “Oceanos”, em torno do qual se norteiam os projetos pedagógicos, quanto também com a origem e a importância da festa em si. “A frase atribuída a Conselheiro chama atenção da sociedade para atentarmos para a vida que existe no sertão, nos interiores dos estados, pois muitas vezes a política e organização social do país só percebe quem está na capital”, explica.

O tradicional São João da Casa Escola já carrega consigo desde sempre a marca da escolha de temas que possuem relevância histórica e cultural, dialogando diretamente não apenas com o ambiente de diversão e brincadeiras, mas também com a compreensão social de eventos marcantes para a construção da sociedade e das tradições brasileiras. Para Griner, o momento é propício não apenas para se festejar a colheita do milho, que se traduz nas comidas típicas, mas para problematizar outras questões que são inerentes ao nosso dia a dia.

Fonte: Blog do Flávio Marinho   e AssessoRN  

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