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Níveis de Ensino

FUNDAMENTAL II

Em busca de um modelo de trabalho coletivo, mais autônomo e a fim de acompanhar as mudanças deste século, na Casa Escola foram estabelecidas algumas alterações com o intuito de que os alunos tivessem maior envolvimento nas determinações tanto de cunho pedagógico como nas decisões da escola em geral. Com esse propósito, os alunos se reúnem semanalmente em Assembleia para debater os assuntos de seus interesses, organizam-se em Grupos de Responsabilidade e são acompanhados pelos tutores nos momentos de Tutoria em seus estudos.

No dia a dia, há várias situações em que o professor pode observar e avaliar o aluno tanto em suas relações sociais como em sua cognição. À medida que o aluno se desenvolve, as situações se alteram segundo a sua maturidade, desenvolvimento e as exigências lançadas. Portanto, as situações avaliativas podem variar conforme o segmento em que o aluno se encontra.

Metodologia

Os estudos são estruturados de forma dinâmica e interativa, respeitando uma rotina diária e um planejamento construído por várias mãos, que incluem aluno, professor, coordenação e direção. Desse modo, o professor atua como agente de um saber que orienta, avalia e auxilia o aluno em suas descobertas no uso das diferentes linguagens.

Durante o processo de aprendizagem no meio escolar, os alunos compartilham as mais diversas experiências dentro e fora da escola, inclusive com aulas passeio, visitas, entrevistas, experimentos, dentre outras, que oportunizam a ampliação do conhecimento.

No dia a dia, o trabalho está voltado para a construção e estruturação da autonomia, em que os discentes se tornam mais autores de seus estudos. Tal dinâmica nos leva a perceber um amadurecimento notável em nossos alunos, que se mostram capazes e conscientes para fazer críticas, refletir sobre as posturas pessoais e coletivas, trazer soluções, trocar ideias e se responsabilizar pelos seus compromissos e atitudes.

Avaliação

Consideramos a avaliação um instrumento de acolhimento inseparável da aprendizagem. A partir de um olhar focado no aluno e em suas produções, o professor identifica habilidades e dificuldades, com vistas a reconhecer suas conquistas e apontar novas possibilidades de aprendizagem e crescimento. A avaliação é um processo regido pela vivência do aluno na rotina escolar, principalmente na participação das atividades individuais e em grupo, bem como nas questões de ordem subjetiva, contemplando compromisso com as atividades de classe e de casa, respeito ao outro, cuidado e organização com materiais coletivos e individuais.

Com base nesse processo, os familiares podem acompanhar os avanços de seu filho, apreciando, lendo, mediando e questionando, em parceria com a escola, as:

  • Atividades de casa;
  • Atividades avaliativas específicas;
  • Relatórios do trabalho (blog da turma ou relato);
  • Relação dos objetivos alcançados pelo aluno a cada trimestre;
  • Apreciação do aluno a cada semestre;
  • Entrevistas com a equipe pedagógica (professor, tutor e demais profissionais).

No dia a dia, há várias situações em que o professor pode observar e avaliar o aluno tanto em suas relações sociais como em sua cognição. À medida que o aluno se desenvolve, as situações se alteram segundo a sua maturidade, desenvolvimento e as exigências lançadas. Portanto, as situações avaliativas podem variar conforme o segmento em que o aluno se encontra:

  • Atividades espontâneas e dirigidas em cada disciplina;
  • Jogos e desafios práticos;
  • Trabalhos de pesquisa;
  • Apresentação oral;
  • Conselho com a participação de todos, para criticar, sugerir e tomar decisões;
  • Autoavaliação;
  • Testes e Fichas do conteúdo estudado;
  • Retomadas e esclarecimento das dúvidas a respeito do assunto não compreendido;
  • Planejamento e replanejamento das responsabilidades;
  • Estudos organizados por meio das planilhas;
  • Tutorias (planejamento, execução das atividades planejadas, autoavaliação da tutoria, dentre outros);
  • Grupos de responsabilidades – GRs (planejamento, execução das atividades planejadas, autoavaliação dos GRs, dentre outros).

 

6º ANO

No 6º Ano, a primeira etapa do Ensino Fundamental II, o objetivo é estimular o aluno a desenvolver um olhar mais maduro sobre as disciplinas estudadas, de modo a compreender a utilidade de cada uma delas com vistas a entender o meio que o cerca, bem como para que forme concepções mais articuladas e aprofundadas a respeito do seu papel como cidadão do mundo.

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7º ANO

O 7º Ano dá continuidade à dinâmica do Fundamental II. O foco passa a ser a diversidade de conhecimentos dos alunos, o que, em uma abordagem contemporânea e construtivista, deve considerar, além da utilidade de cada disciplina, a dinâmica social que as abrange e as constrói. Dessa forma, todos devem ser convocados a participar com suas próprias ideias na construção desse conhecimento.

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8º ANO

No 8º Ano, assim como em todas as etapas do Ensino Fundamental II, os estudantes são estimulados à formular questionamentos que deverão fazer sentido dentro da realidade de cada aluno (em um panorama mais amplo do âmbito escolar, do bairro, da cidade ou, se possível, globalmente).  Nesse contexto, a estruturação do saber em rede depende dos conhecimentos prévios dos alunos, com novas interpretações da realidade, impulsionados por conteúdos familiares e instigantes, gerando a aprendizagem significativa.

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9º ANO

A última etapa do Ensino Fundamental II é uma fase de ajuste e preparação para uma escola fora da Casa Escola. Nesse ano escolar, consideramos, com mais ênfase que nos anos anteriores, os critérios que orientam a transição do aluno para um estágio de estudos posterior, o Ensino Médio.

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