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Níveis de Ensino

EDUCAÇÃO INFANTIL

Na educação infantil da Casa Escola, nosso olhar para as crianças se dá com o objetivo de que elas conheçam o mundo através de pesquisas permitindo-lhes questionar e buscar novos conhecimentos. Assim, o nosso aluno é estimulado para o desenvolvimento amplo nas dimensões cognitiva, emocional, social e corporal. Nesse processo, estamos atentos à maneira individual de elas interagirem com o outro, com o ambiente e com o contexto em que estão inseridas. Essas situações são marcadas por jogo, brincadeira, imaginação e construção do conhecimento.

A nossa prática pedagógica consiste em proporcionar situações significativas e desafiantes no intuito de estimular valores e atitudes reflexivas, que contemplem a constituição da identidade, a conquista progressiva de autonomia e as trocas, priorizando o desenvolvimento de habilidades e competências a partir de experiências concretas. Dentro desse contexto, nossa rotina diária se constitui de vários momentos.

Metodologia

Os estudos são estruturados de forma dinâmica e interativa, respeitando uma rotina diária e um planejamento construído por várias mãos, incluindo aluno, professor auxiliar, professor, coordenação e direção. Nesse sentido, o professor atua como agente de um saber que orienta, avalia e auxilia o aluno em suas descobertas no uso das diferentes linguagens.

Durante o processo de aprendizagem no meio escolar, os alunos compartilham as mais diversas experiências dentro e fora da escola, inclusive com aulas passeio, visitas, entrevistas, experimentos, dentre outros, que oportunizam a ampliação do conhecimento.

No dia a dia, o trabalho está voltado para a construção e estruturação da autonomia, em que os discentes se tornam mais autores de seus estudos. Tal dinâmica nos faz perceber um amadurecimento notável em nossos alunos, que se mostram capazes e conscientes para fazer críticas, refletir sobre as posturas pessoais e coletivas, trazer soluções, trocar ideias e se responsabilizar pelos seus compromissos e atitudes.

Avaliação

Consideramos a avaliação um instrumento de acolhimento inseparável da aprendizagem. A partir de um olhar focado no aluno e em suas produções, o professor identifica habilidades e dificuldades, com vistas a reconhecer suas conquistas e apontar novas possibilidades de aprendizagem e crescimento. A avaliação é um processo regido pela vivência do aluno na rotina escolar, principalmente na participação das atividades individuais e em grupo, bem como nas questões de ordem subjetiva, contemplando compromisso com as atividades de classe e de casa, respeito ao outro, cuidado e organização com materiais coletivos e individuais.

Nesse sentido, os familiares podem acompanhar os avanços de seu filho, apreciando, lendo, mediando e questionando, em parceria com a escola, as:

  • Atividades de casa;
  • Atividades avaliativas específicas;
  • Relatórios do trabalho (blog da turma ou relato);
  • Relação dos objetivos alcançados pelo aluno a cada trimestre;
  • Apreciação do aluno a cada semestre;
  • Entrevistas com a equipe pedagógica (professor, tutor e demais profissionais).

No dia a dia, há várias situações em que o professor pode observar e avaliar o aluno tanto em suas relações sociais como em sua cognição. À medida que o aluno se desenvolve, as situações se alteram segundo a sua maturidade, desenvolvimento e as exigências lançadas. Portanto, as situações avaliativas podem variar conforme o segmento em que o aluno se encontra:

  • Roda de conversa (avaliação diária);
  • Momentos de brincadeiras e faz de conta;
  • Observações do professor;
  • Atividades coletivas;
  • Atividades individuais;
  • Portfólio.

 

GI e GII

Os grupos I e II proporcionam situações lúdicas que possibilitam à criança explorar, conhecer a si mesma e o mundo que a rodeia. Diante disso, trabalhamos o desenvolvimento cognitivo/afetivo e do movimento por meio de suas vivências, favorecendo a linguagem, a sociabilidade e uma maior independência. Nessa fase, as crianças têm o primeiro contato com as músicas e a literatura infantil, o pensamento lógico e matemático, as curiosidades científicas, as primeiras preocupações com o outro, tudo isso em um ambiente que se processa distante da família.

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GIII

O trabalho pedagógico no Grupo III viabiliza situações organizadas que possibilitam às crianças explorarem e conhecerem a si mesmas e o mundo, considerando a instabilidade emocional voltada à inserção do mundo imaginário, natural dessa faixa etária. Permite, ainda, o desenvolvimento cognitivo/afetivo e do movimento através do encadeamento lógico de suas vivências diárias, oportunizando também a sociabilidade e a construção da independência.

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GIV

A partir do Grupo IV, considerando as novas visões de multiletramentos, as crianças começam a se envolver com outros saberes, como o ensino do inglês, da informática e de outras temáticas não contempladas nas listagens curriculares, que respeitam a demanda do grupo e as novas concepções educacionais que emergem. Isso acontece por meio das produções de leitura, escrita e oralidade, na concepção sociointeracionista de linguagem, contemplando as diferentes áreas do conhecimento, tanto nas buscas pessoais como nas coletivas.

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GV

No Grupo V, estimulamos cada vez mais o desenvolvimento cognitivo e afetivo por meio do encadeamento lógico das vivências diárias das crianças. Nessa etapa, provocamos os alunos a cooperar, dividir e somar ideias e situações distintas, além de despertar o interesse pelas dificuldades dos colegas, de maneira a contribuir para os avanços do grupo. É nessa fase também que se sistematiza a fase silábico-alfabética a partir do reconhecimento do valor social da escrita.

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1° ANO

O fazer pedagógico no 1º Ano proporciona situações sistemáticas de aprendizagem de forma que a criança possa explorar, indagar, compartilhar, conceituar, reformular, ressignificar, inclusive conhecer a si mesma e o mundo que a rodeia. Além disso, a partir da inserção da letra cursiva e de práticas mais complexas de leitura e produção de textos, o aluno começa a desenvolver a capacidade de senso crítico, a cooperação, a construção da autonomia e a criatividade, favorecendo a organização no trabalho individual e coletivo tanto no meio escolar como em outras experiências que venham a somar ao seu crescimento pessoal e social.

 

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